Francisco de Sá de Miranda

Coytado, quem me daraa

Coytado, quem me daraa

novas de mym hond'estou,

pois dizeys que nam som laa

e caa comyguo nam vou.

 

Tod'este tempo, senhora,

sempre por vos preguntey,

mas que farey, que ja aguora

de vos, nem de mym nam ssey.

Olhe vossa merçe laa,

se me tem, se me matou,

porqu'eu vos juro, que caa,

morto nem vyvo nam vou.