Marquesa de Alorna
Que intentas, Tirano?
Vencer Portugueses?
Almas generosas
Não temem reveses!
No campo da glória,
Vencendo ou vencidos,
Quais rochas constantes
Nos vês destemidos.
Se férreas cadeias
Nos prendem os braços,
Nossas almas livres
Desprezam teus laços.
A terra ensopada
No sangue mais puro,
Ao Céu justiceiro
Te acusa, perjuro!
Se tardam seus raios,
Se é lenta a vingança,
Já vem no horizonte
A nuvem que os lança.